GP Ravelli #3 Etapa Ar - Cabreuva SP

Eu mesmo! Foto: Bike Amparo
Mais uma prova show de bola do Ravelli!

Diferente da maioria das últimas etapas, inclusive do ano passado, essa etapa largou de um lugar novo para a maioria. A Fazenda SAAR na cidade de Cabreúva SP. 

O que chama a atenção desde a rodovia é a incrível quantidade de rochas, além do relevo generoso em montanhas dessa região. 
Pedrinhas Foto: Bike Amparo
Clima ameno de outono, dia lindo de sol, montanhas, pedras e single tracks a vontade! Receita infalível para uma ótima manhã de domingo com prova de Mountain Bike. 

O local, novo e diferente, por mais que tenha havido um grande empenho da organização em adequar os espaços para estacionamentos, infelizmente não foi completamente suficiente para todos. Essa etapa pagou isso pelo sucesso do Campeonato. A quantidade de carros era tão grande, que muitos estacionaram na rua que seria acessada pelos bikers logo após a largada. Nada demais nisso, mas observei alguns carros com os retrovisores "deslocados". Penso que não comprometeu a  segurança, já que era numa subida e que a organização vai estar ainda mais atenta numa prova novamente nesse local. 

Galera da bike, entupindo a Estrada do SAAR Foto: Bike Amparo
A largada atrasou 10 minutos. Não comprometeu. Isso em função de um ônibus entalado entre os carros na subida logo após a largada.

A prova: Largada em subida dói... Mas é uma forma bacana de quebrar o pelotão, adequar o ritmo da galera e distribuir todos no circuito. Em menos de 2 kms de prova iniciamos uma sequencia fantástica de single tracks, dando uma amenizada no congestionamento com a quebra do pelotão. Meu desempenho não era de se esperar muito, já que por problemas com a minha agenda profissional, abandonei os treinos nas últimas 3 semanas. Mesmo assim, foi muito divertido correr nesse circuito.
Galera se espalhando no circuito Foto Bike Amparo
Mais uma vez o Ravelli e seu staff arrebentaram! 
Uma prova do autêntico Mountain Bike. Single tracks, trechos técnicos, subidas, travessia de riachos, "hike bike" e estradões bacanas para "socar a bota"! 

Eu e meu amigo Paulo Foto: Bike Amparo
Costumo dizer e todos concordam que ter amigos é muito bom. Encontrar os amigos é sempre bacana. Encontrar um amigo numa prova de Mountain Bike, dentro dos quase 1.000 competidores é show. Mas encontrar um amigo numa prova de Mountain Bike, bater um papo, nem que seja rápido e ainda sermos fotografados juntos... Ah! Isso não tem preço! 

Preciso agradecer o Rodrigo e família pela (de novo) minha carona e transporte da bike e demais tralhas. Valeu! Lhes devo muito!

Mais um irmão de pedal. Rodrigo! Foto: Bike Amparo
 Pra fechar a prova, mais uma incrível sequencia de single tracks muuuuiiito técnicos! 

Foto Bike Amparo
Empurrar é perda de tempo Rodrigo... hehehe! Foto Bike Amparo
Altimetria do Strava
Agora é arrumar tempo e motivação para treinar. Que venham as 3 provas de Julho!!!

Yeah! Keep biking my friends!

Big Biker 2012 # 2 Taubaté

Uma serra e um monte de gente saudável - Foto: Bike Amparo
Mais uma baita prova de Mountain Bike! Assim foi a segunda etapa do Big Biker 2012 em Taubaté, SP.

De novo o Rodrigo dando aquela força pra gente, colocando seu carrão a nossa disposição. De Cotia, SP fomos em 4 bikers (Rodrigo, Daniel, Gui e eu) com nossas magrelas em absoluto conforto. Valeu Minhoca!

Viagem tranquila, clima ameno pela manhã em Taubaté e todos prontos para a largada dos 91km da categoria PRO as 8:30h.

Vai 224! - Foto: Bike Amparo
Vai 268! Vai Minhoca! - Foto: Bike Amparo
A prova sabidamente seria muito dura. Com minha agitada rotina profissional, social e familiar, não vinha treinando como gostaria. Mesmo assim meu desempenho ultrapassou minhas expectativas. Enquanto o campeão precisou de 3:46h para completar sua prova eu precisei de 5:04h para completar os 91 kms. Comparando percentualmente, fiquei 47% acima do tempo campeão, cravando nesse comparativo a minha 12ª melhor prova das 57 que disputei.

Fazendo força e claro, pedindo a foto! - Foto: Bike Amparo
No início da prova ví muita gente disparando. Na primeira serra, o Morro Grande, fui ultrapassado por muita gente. Novamente na segunda serra, a do Rio das Antas, mais um monte de bikers sumindo a minha frente. No trecho que antecedia a ultima serra, a da Serra das Coletas, senti que pudia imprimir um passo mais consistente, emendando essa estratégia na subida. Comecei a recuperar algumas posições, inclusive alcançando o Rodrigo que desde próximo a largada eu não o via. Terminada a última serra, olhei pro relógio e comecei a buscar um tempo sub 5 horas. Por apenas 4 minutos eu não consegui, mas como ja escrevi acima, ficou de bom tamanho pro meu nivel de treinos. Bom, se eu caprichar nos treinos de subida, dá pra ver que dá pra fazer uma prova sub 40%. Bora treinar! 


Apertando o passo - Foto: Mariana Ignatios

As pernas sofrem... - Foto: Mariana Ignatios


Depois de mais de 80 kms pedalados nessa etapa, eu sempre curto muito a travessia do Rio Barreiro. Tive a sorte da Mariana, que sempre nos proporciona imagens fantásticas, ainda estar por lá e registrar a minha travessia. Valeu Mari! 


Esfriando os motores - Foto: Mariana Ignatios
Mais uma boa prova no currículo, mais um pouco de saúde, muita história pra contar e bora se preparar para a próxima! Até lá galera! 

Let´s ride!

GP Ravelli #2 Etapa Água - Cabreúva SP

Eu e Rodrigo na "des-concentração" para a largada - Foto Bike Amparo
Prova relativamente perto de casa, não dá pra perder, então eu e meu grande parceiro Rodrigo estivemos por lá! Arrisco dizer que, das mais de 50 provas de mountain bike e ciclismo que participei, esta esteve entre as 3 melhores de todas. Se você me perguntar porque, eu lhe digo: 

Tem sido difícil de encontrar provas com largadas antes das 9:00h. Nessa ela estava prevista para as 8:30h e rolou as 8:35h. Quanto mais cedo largamos, mais tempo temos para curtir a prova, para rolar aquele bate papo natural de fim de corrida e ainda sim sobra tempo para os deslocamentos, viagens e para aquelas tradicionais atividades de domingo em família. Pra mim tem ponto positivo aqui!  
Serra do Japi - Foto Bike Amparo 
As provas de mountain bike em geral, tem perdido a essência do esporte, pois a maioria tem sido realizadas apenas em estradões de terra. Claro que nessa etapa houveram estradões, eles fazem parte do script, mas em maior proporção prevaleceram estradas abandonadas, trechos dentro da reserva florestal da Serra do Japi, houve uma infinidade de single tracks e double tracks, subidas incrivelmente duras, descidas extremamente técnicas, (e perigosas) fartura de sinalização, travessia de riachos, muito staff pelo circuito e farta distribuição de água exatamente nos pontos informados pela organização. Ah! Ainda no caminho de volta pra casa, acesso a net pelo celular e os resultados... Sim! Já estavam no site! 

Mais de 40km de sofrimento e note a expressão! This is Mountain Bike! - Foto Bike Amparo
Houve uma situação inusitada, mas isento a organização disso. Havia muitas fezes bovinas, ou como quiserem chamar, merda de vaca, no início do circuito. Era um tal do biker da frente passar por elas, ou até mesmo nos meus próprios pneus sentir o espirro dela pelo corpo, rosto, nos olhos, nariz e até na boca! O sabor é literalmente uma merda :-D

Rodrigo "Filé de borboleta" socando a bota - Foto Bike Amparo
Uma outra situação não planejada é que eu e o Rodrigo, involutariamente corremos de números trocados. Na hora de organizar os kits no carro, acabamos fazendo essa confusão. Claro que eu consegui uma classificação pelo menos 3 posições melhores pra ele. Já ele me empurrou um pouco mais pra baixo na classificação... Claro que rolou muita piada, mas sem problemas, afinal nossos tempo são normalmente 50% acima do tempo necessário pelo campeão da geral, não fazendo a menor diferença.  

Daniel Aizawa. Grande parceiro e responsável pela manutenção das nossas bikes - Foto Bike Amparo   

Altimetria bem generosa para a distância - by Strava



Video Oficial by Biketv

Vídeo do pessoal do TDP - Turma do Pedal
Parabéns ao Marcio Ravelli e todo o seu staff por nos proporcionarem uma autentica prova do melhor que o mountain bike pode proporcionar. 

Agora é manter a pegada nos treinos para encarar o Big Biker de Taubaté, no mês que vem e na categoria PRO.

Keep biking!

Desafio Caminhos do Sertão - Ibiúna SP

Banner inicial
Opa! 

Diferente da maioria das vezes, hoje a prova foi de speed, ou se quiserem, de road bikes! 

Normalmente a primeira prova de um organizador acaba tendo muitos problemas. Claro que a vida deles, os organizadores, não é fácil, mas o Marcelo Freitas é muito guerreiro e iria enfrentar qualquer coisa para a corrida dele sair show de pedal! 

Prova no calendário, tópico no fórum do PEDAL, no Facebook, no bumbo, sinal de fumaça e toda a galera se mobilizando para divulgar, comentar, discutir e claro, ir a prova.

Organização: O primeiro quesito a se analisar é o sistema de inscrição. De forma antecipada, bastava mandar os dados pessoais por e-mail e depositar R$30. Resposta rápida e eficiente por meio de e-mail de confirmação. Para aqueles que deixam para a última hora, também era possível se inscrever antes da largada. Mais um ponto positivo pro Marcelo e seu staff. 
Instantes antes da largada (foto: Eduardo Almeida)
Aqui eles acertaram em cheio! Largada programada para as 10:00h e pontualmente as 09:59h do meu GPS foi dada a largada. 

Largada neutralizada com batedores em motos pelo trecho no centro da cidade e cerca de 3 kms adiante da estrada principal onde a mesma ocorreria. Sinto que a velocidade das motos poderia, já que se trata de um trecho neutralizado, ser um pouco mais lenta. No trecho neutralizado, houve uma quebra significativa entre os ponteiros e os demais amadores que participam da prova. Precisei dar uma afogada para me manter no grupo principal. A festa fica completa quando todos participam. Fica a dica. ;-) 

Liberados pelos batedores o bicho começou a pegar! A estrada é um constante sobe e desce e assim eu não achava nenhum pelote para eu encaixar e economizar forças. Sempre sentia alguém na minha roda. Nada demais nisso, faz parte do ciclismo, mas a cada novo top que eu pedalava em pé, percebia que abria alguma distancia e acabava ficando sozinho com a cara no vento.
O mapa (imagem do Strava)
A estrada (foto: Marcos Mata)
A estrada escolhida era quase perfeita. Quase, por causa das peculiares ondulações das estradas brasileiras, denominadas lombadas, ou obstáculos. Talvez pelo nosso problema cultural e educacional com a dificuldade de se respeitar limites de velocidade, estabelecidos pelo código de transito brasileiro. Mas asseguro que elas não comprometeram a prova, pelo menos não na minha opinião, pois já enfrentei estradas sem as mesmas, mas com buracos muito mais comprometedores.

Perfil altimétrico (imagem Strava)
Prova com circuito e ida e volta pelo mesmo trajeto, pode ser comprometida pelo local e forma de retorno. Aqui o pessoal acertou na mosca! O retorno era realizado após os cones que dividiam a pista, numa subida e com uma forte inclinação. O plus aqui era ainda poder pegar um copo descartável de água como recompensa pela forte subida. 50% da prova realizada, agora era descer a toda velocidade. Aí é que mora o perigo. Descida forte, com curvas potencialmente perigosas. Acidentes ocorreram, mas sem maiores consequências.

Daí por diante era manter o ritmo e finalizá-la. Aí aparece um grande parceiro de pedal, Felipe Bergo, para motivar alguns sprints, fugas e até pra emprestar um pouco de roda (vácuo) até o pórtico de chegada. 
Eu de intruso no meio das feras (foto Felipe Bergo)
Quero agradecer ao Marcelo e demais apoiadores por nos proporcionarem um domingo com espirito de competição, encontro de amigos, pedal, bate papo e diversão. 

Essa foi a primeira edição do Desafio que espero haver muitos! 

Quando é a próxima?  


Arte by Apolo Torres